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É iluminador, diretor teatral e ator. Natural de Iraí – RS, onde passou a infância. Morou em Gramado e Santa Maria onde realizou o segundo grau. Em 1985 mudou-se para Porto Alegre para seguir os estudos. Ingressou no Departamento de Arte Dramática (DAD) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para fazer Licenciatura em Educ. Artística – Hab. Artes Cênicas, e, logo após, o Bacharelado em Direção Teatral. No início da faculdade (1987), conseguiu uma bolsa de trabalho onde se tornou o responsável pela iluminação passando a cuidar da manutenção e montagem de luz dos espaços cênicos da faculdade. Foi aluno de Alziro Azevedo, Luiz Arthur Nunes, Graça Nunes, Solange Uflacker, Maria Helena Lopes, Maria Amélia Barbosa, Irene Brietzke, Marlene Goidanich, Mirna Spritzer, Ida Celina, entre outros.

Em 1988, o dramaturgo, diretor e iluminador Hermes Mancilha proporcionou a primeira experiência no “comando das luzes” de um espetáculo: era “Dorotéia” de Nelson Rodrigues. Foi neste momento que Ochôa recebeu importantes toques sobre o “fazer luz”. Em 1993 em “O Despertar da Primavera” com direção de Zé Adão Barbosa foi indicado ao Prêmio Açorianos de Melhor Iluminação. Já, em 1994, vem a primeira premiação: “Romeu e Julieta”, com direção de Zé Adão Barbosa recebeu o Prêmio Quero-Quero - Sated/RS.

Como diretor:

Do Outro Lado da Cerca, Apenas uma Maçã, A Arte de Perder as Estribeiras, A Paixão e Morte de Cristo, A Princesinha Fedorenta.

Como ator:

O Menino Maluquinho, O Chapeuzinho Amarelo, Do Outro Lado da Cerca, A Tempestade, Aprendizes do Império, entre outras.

Como iluminador:

O Despertar da Primavera, Romeu e Julieta, O Sortilégio da Mariposa, Besame Mucho, Homem não chora, Ele me paga, Max e Milli, Sou Absolutamente dona do meu nariz, Celtas, Os Amantes da Rua da Praia, As Mal Criadas, As Traças da Paixão, O Menino Maluquinho 2000, O Retrato de Oscar Wilde, A Guerra dos Ratos, O Inspetor Geral, O Espantalho, Bonequinha de Pano, Locomoc e Millipilli, Orgástica a mulher fatal, Rainhas da Pesada, Circo Eletrônico, A Tempestade e os mistérios da ilha, A Força do Hábito, Crucial 21, Larvárias, Zona Contaminada, Pé de sapato, entre outras.

Além de teatro trabalha com iluminação de espetáculos de dança, música e eventos corporativos:

Shows da cantora Adriana Deffenti, Show "Arrabalero" de Dudu Sperb, Shows da Orquestra de Sopros Eintracht, Shows do Projeto Unimúsica UFRGS 2004, 2005, 2006, 2007, Saraus de Poesia Centenário Mario Quintana CCCEV (2006), Espetáculo de dança "A Torre" de Joca Vergo, "A Nuestro Aire" de Andrea del Puerto, Convenção da SAP-World Tour 2006, Fronteiras do Pensamento - Copesul 2007, Seminário Metamorfose da Cultura Contemporânea, Semana de Desfiles Donna Fashion Iguatemi 2005, Desfile "A Jóia em Cena" Dvoskin e Cauduro Theatro São Pedro (1999), Marcas de Quem Decide 2004, 2005, 2006, 2007, Prêmio Destaques Jornal do Comércio 2004, 2005, 2006, Top of Mind 2005, Coordenação Técnica do X Porto Alegre em Cena, Convenções Claro, Troféu Pena Libertária/Sinpro RS, Exposição Fahrion "um olhar sobre o universo feminino", Exposição La Memoria Herida (Museu Ufrgs), Exposição "A Universidade da Fotografia (Museu Ufrgs), Exposição Amilcar de Castro e Tangenciando Amilcar (Santander Cultural 2002), Exposição "Erico-Retratos da Vida Inteira" Centro Cultural CEEE, Programa Palcos da Vida TVE/RS (2000), entre outros.

Reconhecimento Público:

· Prêmio Açorianos Melhor Iluminação: 1999, por “As Traças da Paixão”, em 2003 por “A Força do Hábito” e 2006 por “Lárvárias”.

· Prêmio Tibicuera Melhor Iluminação: 1999, por “O Menino Maluquinho 2000”, em 2001 por “Do Outro Lado da Cerca”, em 2005 por “Pé de Sapato”, em 2006 por “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”.

· Prêmio Quero-Quero SATED/RS de Melhor Iluminação: 1994 por “Romeu e Julieta”, e em 2006 por “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”.

· Prêmio Tibicuera de Melhor Ator: 1995, por “O Menino Maluquinho” com direção de Irene Brietzke.

· Prêmio Tibicuera de Melhor Diretor: 2001 por “Do Outro Lado da Cerca”.

 
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